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Comentário semanal do vice-presidente do PSD Salvador Malheiro aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 22 Mar. 2021

Na Revista de Imprensa de hoje, 22 de março, o nosso comentador semanal Salvador Malheiro - vice presidente do PSD - abordou temas como a venda de barragens da EDP à Engie, o aumento da taxa de desemprego e a proposta do PSD em declarar público o registo de interesses caso pertençam a organizações ou associações. 

Sobre a venda das Barragens à empresa francesa, Salvador comenta que está em causa saber se os interesses do estado foram salvaguardados ou não. "A EDP antes de transacionar estas barragens para a Engie, inicialmente passou, para uma empresa que só tinha um funcionário e que pouco tempo depois foi extinguida". O comentador semanal afirma que é necessário deixar a justiça investigar o caso e que "o governo não pode ser apenas forte com os fracos, mas também forte com os fortes". Sobre este assunto, Salvador termina "O governo tem de defender os interesses do país e não os interesses da EDP".

Na passada terça-feira, o PSD propôs uma alteração para tornar obrigatório ao público e deputados/titulares políticos inclusive, possam declarar o seu registo de interesses. Ou seja, se pertencem a associações ou organizações "secretas/discretas". Sobre este assunto, o vice presidente do partido afirma que o PSD não tem nada contra as pessoas pertencerem a qualquer associação, defende apenas a transparência, "não terem problema em informar quais as ligações que partilham com qualquer organização".

"Quem exerce um cargo público/político por norma tem de gerir vários dossiers e por vezes pode acontecer ter de gerir dossiers em que tem interesses. Por exemplo, um juiz que pertence à maçonaria ter de julgar outra pessoa que pertence à maçonaria, o que vai prevalecer? Regras da organização ou as regras universais que imperam junto de todos?". Salvador defende que importa saber quais são as regras do jogo e não vê problema em haver esta obrigação dos políticos/titulares de cargos públicos darem a conhecer aos portugueses quais são as suas ligações.  No seu entender, esta proposta de lei seria apenas "um defender da transparência".

No entanto, a proposta de lei do seu partido seria a nível universal. Não apenas direcionada para cargos políticos/públicos, mas também ao público em geral. 

No que toca à taxa de desemprego ter aumentado, Salvador não se mostra surpreendido "é uma crise económica que está para durar como consequência da crise sanitária". Destaca
que é necessário criar reformas estruturais e decisões firmes de apoio à economia. Dado que, as empresas são geradoras de emprego, o foco deveria estar mais direcionado nas empresas e 
menos no governo. Ao finalizar, Salvador sublinha que é necessário redirecionar mais dinheiro para as empresas. 

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