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Imaterial - Évora estreia novo festival dedicado ao património imaterial

Agenda Cultural 25 maio 2021

Um total de 10 concertos, uma conferência internacional, um encontro de música ibérica e a apresentação de um laboratório de investigação, sobre património, artes, sustentabilidade e território, compõem o festival Imaterial.

O festival, que decorre entre 18 e 26 de junho, pretende promover o património imaterial da humanidade consagrado pela organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), do qual o cante alentejano faz parte desde 2014, "na companhia do fado, do flamenco e de vários outros géneros musicais planetários que devem ser protegidos e valorizados", explica uma nota de imprensa enviada à agência Lusa.

O Imaterial tem a sua estreia "em pleno" prevista para 2022, ano a partir do qual contará com palcos em vários municípios alentejanos, mas avança já este ano com "uma edição especial" que decorre exclusivamente em Évora, em local ainda a divulgar pela organização.

A direção e curadoria do Imaterial são da responsabilidade de Carlos Seixas, diretor artístico do Festival Músicas do Mundo, de Sines, e de Luís Garcia, programador do município de Évora ligado a festivais como o ViváRua e o Artes à Rua.

Para Carlos Seixas, trata-se de "um festival que apresenta um cartaz paritário, colocando-se, assim, na frente de combate à desigualdade de género".

"Um espaço intercultural favorável a uma melhor compreensão das tradições e uma aproximação ao que será o verdadeiro som do mundo", disse o curador na apresentação do festival, que decorreu hoje no salão nobre da Câmara Municipal de Évora.

Por sua vez, Luís Garcia descreveu o evento como "uma sucessão de episódios, de encontros, que envolvem criação artística, músicas dos povos do mundo, diálogos interculturais e fruição do património, numa espécie de centrifugadora de emoções".

Desta forma, o festival arranca em 18 de junho com um concerto de Ballaké Sissoko, do Mali, e prossegue no dia seguinte com Aynur, do Curdistão (Turquia), além dos Concordu & Tenore Orosei, da região italiana da Sardenha, aos quais se junta, em palco, o Grupo de Cantares de Évora sob a direção artística de Ernst Reijseger.

C/ https://www.tsf.pt/

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