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“Na minha opinião o aumento de mortes deve-se à falta de assistência nos hospitais” diz Vânia Dimas representante da Funerária Palma e Brito (C/som)

Entrevistas 11 Fev. 2021

A Pandemia de Covid 19, espalhada um pouco por todo o País e, consequentemente, pela região Alentejo, tem trazido consigo níveis elevados de mortalidade.

De dia para dia aumentam o número de óbitos por covid 19, no entanto,as mortes registadas não são apenas pelo novo coronavírus, mas também por outras patologias, podendo as mesmas estar, ainda que indiretamente, ligadas aos momentos dramáticos que o nosso país atravessa.

A Rádio Campanário falou com Vânia Dimas, em representação da Funerária Palma &Brito de Vila Viçosa, para tentarmos perceber como é o dia a dia de uma funerária, com uma realidade completamente atípica e exigente.

Vânia Dimas começou por referir que “ existiu um aumento significativo do número de óbitos, principalmente nos meses dezembro de 2020 e janeiro de 2021” acrescentando no entanto que a Funerária que representa “apenas teve dois óbitos por covid 19, estando os restantes óbitos associados a outras causas.”Nestas situações, como refere Vânia Dimas, são cumpridas todas as regras e são tomados todos os cuidados nomeadamente “no levantamento dos corpos nas morgues, utilizamos luvas, máscara, óculos e os fatos de proteção individual”.

Relativamente às causas do aumento do número de mortes que se verificou, Vânia Dimas refere que, em sua opinião, “está em causa a falta de assistência para com as pessoas que têm que recorrer ao hospital,principalmente ao serviço de urgência, por outros motivos que não o covid 19 “ sublinhando ainda assim “que a culpa não é dos hospitais pois esta falta de assistência deriva do elevado número de internamentos existentes.”

Em relação aos funerais realizados em que a causa de morte foi o covid 19, Vânia Dimas adiantou “que o processo de levantamento dos corpos foi um processo complicado “ ressalvando que “as morgues estão lotadas e que é muito difícil pois muitas vezes temos que estar muito tempo à espera uma vez que, os senhores das morgues, não dão à conta pois o número de corpos a levantar pelas funerárias são muitos.”

 

 

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