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Evora

Novo Hospital Central do Alentejo: "Seremos donos das obras de acessibilidade, com o financiamento previamente identificado" diz Pres. da Câmara de Évora (C/Som)

Entrevistas 18 Jan. 2021

O novo Hospital Central do Alentejo teve a sua obras de construção adjudicadas em Novembro do ano passado e irá dar resposta a uma população direta de 160 mil habitantes. Este é um investimento há muito ansiado pelos alentejanos e envolve um investimento total superior a 180 milhões de euros e tem data de conclusão prevista para 2023.

Em entrevista exclusiva à Rádio Campanário, o presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, fala sobre os avanços do planeamento da obra do Novo Hospital Central.

"Foi possível realizar a reunião com a Sra. Ministra [da Saúde] e o Presidente da ARS Alentejo," avança o Presidente da Câmara, onde, "tive a oportunidade de expor à Sra. Ministra os nossos pontos de vista relativamente às infraestruturas e à nossa disponibilidade de colaboração e apoio ao Governo para resolvermos o problema," frisa.

Em reunião, Ministra da Saúde, Marta Temido, "atribuiu ao Sr. Presidente da ARS a responsabilidade de negociar com o Município a questão das infraestruturas para podermos encontrar a solução adequada," explica o edil.

"Em primeiro lugar, há uma situação que tem de ser tratada pelo Estado que tem haver com alguns terrenos privados que vão ser negociados para as acessibilidades. Também aqui a Câmara de dispôs a colaborar naquilo que o Estado se entenda necessário para se chegar a bom porto."

Carlos Pinto de Sá adianta que a Câmara Municipal já avançou com projetos de acesso das vias das redes de água e saneamento, "precisando apenas de alguns dados para podermos completar esses projetos," explica o edil.

Carlos Pinto de Sá, considera que esta reunião estabeleceu uma primeira base para o entendimento mútuo entre o Governo e a Câmara municipal de Évora.

O Presidente revela que, "nós estamos até disponíveis até a ser donos da obra, desde que o finaciamento seja identificado e se possa garantir esse finaciamento. Estamos agora na fase de negociação," conclui.

A reunião de negociação formal com o Presidente da ARS Alentejo ainda não foi possível concretizar-se face à situação pandémica, no entanto, "eu julgo que dentro de pouco tempo será possível dar passos importantes no sentido de salvaguardar a garantia da efetivação das infraestrutuas," adianta o Presiente.

Confrontado com a não validação do documento que atribuia todas as responsabilidades das obras de acessibilidade ao Município, por parte da Sra. Ministra na recente reunião, o edil adianta que, "o que constatou dessa reunião foi que o documento estava ultrapassado porque o financiamento que previa estava apontado ao anterior quadro financeiro dos fundos da União Europeia, e, portanto, não é possível cumprir um documento que tinha a parte mais importante de um financiamento a um quadro que já não existe."

Carlos Pinto de Sá, salienta que o Município está disponível para ser dono da obra, "mas há necessidade de garantir o financiamento previamente."

Em questão aos valores apurados para a construção das infraestrututas do novo Hospital Central, o edil adianta que, o primeiro valor que foi apurado no orçamento foi na ordem dos 6 milhões de euros para as infraestruturas de acessibilidades de água e saneamento." Em relação à negociação dos terrenos privados, o Presidente finaliza ao escalrecer que, "há uma possibilidade de premuta com outros terrenos, o que facilitaria a negociação com os proprietários."

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