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Alentejo

“O número de desempregados no Alentejo rondava os 18.300 no final de junho”, divulgou Arnaldo Frade (c/som)

Entrevistas 17 Jul. 2020

Na última semana foram conhecidos os dados do desemprego no país. Os centros do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) registaram, em junho, 40.745 novos inscritos e deram entrada 25 mil pedidos de subsídio de desemprego, de acordo com os dados divulgados pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho.

De acordo com o GEP, foram feitas 1.990 inscrições nos serviços de emprego do Alentejo no mês de junho. Em declarações à Rádio Campanário, Arnaldo Frade, Delegado regional do Alentejo do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), conta que “estamos numa situação de aumento do desemprego. Temos um aumento em cerca de 34% de desempregados em relação ao período homólogo no ano passado e essa tem sido uma constante desde o início da pandemia, do Estado de Emergência até ao Estado de Alerta em que nos encontramos.

No final do mês de junho o número de desempregados no Alentejo “rondava os 18.300”, dos quais “cerca de 5.200 no Alentejo Central, 4.400 no Alto Alentejo, 4.900 no Baixo Alentejo e 3.700 no Alentejo Litoral”.

Arnaldo Frade salienta que as tendências de subida do número de desempregados verificam-se “em todo o lado”, mas frisa que, do ponto de vista da variação em cadeia, “verificámos que de abril para maio se registou uma tendência de descida na ordem de 1,4%, o mesmo também verificado de maio para junho”, o que significa que “ainda que estejamos numa situação de subida do desemprego em relação ao mesmo período no ano passado, estamos com dois meses consecutivos em diminuição do desemprego face ao mês anterior, o que é uma esperança e uma expetativa no sentido em que possamos aproximar progressivamente de uma situação mais adequada áquilo que são os interesses da região e das pessoas”.

O Delegado Regional do Alentejo do IEFP divulga ainda que “tivemos um aumento do registo de desemprego, desde fevereiro até agora, na ordem dos 22%” e o aumento dos pedidos de subsídios de desemprego está “na ordem dos 20%”, o que significa que “a maior parte das pessoas que se inscreveram são pessoas que saíram verdadeiramente do mercado de trabalho e que já tinham uma situação de trabalho mais extenso no tempo, o que lhes permitiam pedirem o subsidio de desemprego. O que podemos dizer que esmagadora maioria do crescimento de desemprego tem a ver com pessoas que passaram a ter direito a receber o subsídio de desemprego”.

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