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Barrancos

“A não realização das Festas de Barrancos e dos Touros de Morte é mais uma machadada neste ano terrível”, lamentou Presidente da autarquia (c/som)

Regional 19 Jun. 2020

Em entrevista à Rádio Campanário, o presidente da Câmara Municipal de Barrancos, João Serranito Nunes, admitiu que o cancelamento das Festas de Barrancos, as únicas com touros de morte legais em Portugal, “uma das mais profundas tradições e talvez a mais emblemática e a mais representativa da cultura barranquenha”, como refere o autarca, “é mais uma machadada neste ano terrível, com consequências profundamente negativas a nível económico, social e cultural”.

As Festas/Fêra de Barrancos 2020, que traz um número significativo de visitantes ao concelho, iriam ser realizadas entre 28 e 31 de agosto mas foram canceladas devido à COVID-19.

O autarca referiu ainda que “com estas restrições todas e também os espetáculos tauromáquicos não foram ainda sequer regulamentados em termos do que pode e não se pode fazer é de facto deveras preocupante o estado em que estamos. Mas tem que haver alguma paciência da nossa parte porque há um valor que mais alto de levanta que é a saúde e a precaução de todos nós”.

João Serranito Nunes lamentou ainda que este ano será “empobrecedor”, do ponto de vista da animação sociocultural e desportivo. “Um dos eventos que também não realizámos devido à pandemia foi a ExpoBarrancos – Feira do Presunto e dos Enchidos, que traz dezenas de milhares de visitantes ao concelho e já aí foi uma enorme perda. Para além da ExpoBarrancos e das Festas de Barrancos, outros eventos tiveram de ser anulados. É um ano bastante complicado que tem efeitos profundamente negativos a todos os níveis”.

Já ao nível das obras e intervenções que o município tinha previsto realizar este ano, o edil salientou que “vão seguir o seu percurso normal. Tentamos, também para animar o setor empresarial do concelho, prosseguir, mesmo sabendo que não vai ser possível fazer tudo o que estava programado, fazer a maioria das coisas que estavam programadas, para minimizar no fundo o impacto que a COVID-19 tem vindo a provocar”.

No final, João Serranito Nunes disse que “aliada a uma mensagem de promoção do concelho, nós temos sempre de a fazer tendo sempre em conta que, mesmo com a abertura que se está a fazer sob o ponto de vista da economia, do convívio e da animação, ela tem de ser feita sempre de forma muito controlada”.

“Apesar de tudo, sabemos que a economia é absolutamente indispensável e é preciso que comece a recuperar, mas todos sabemos também que não se pode facilitar, pois se facilitarmos agora, pode vir a causar problemas graves no futuro. Portanto é um chamamento, é uma abertura que temos de fazer de forma ponderada e adequada, para que não haja consequências negativas e que prossigamos, como tem sido até agora, sem ter nenhum caso registado no concelho e as pessoas cumprirem as regras que a DGS recomenda e para tal temos que ter todos os cuidados”.

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