Alqueva

Alqueva: “esta central solar irá ajudar na economia dos concelhos de Portel e Moura” diz Miguel Stilwell d’Andrade, CEO da EDP(c/som)

Regional Escrito por  Texto e fotos: Ana Rocha 15 Jul. 2022

A nova Central Fotovoltaica Flutuante de Alqueva, o maior parque fotovoltaico flutuante da Europa numa barragem hidroelétrica” foi hoje inaugurada numa cerimónia realizada  no coroamento da barragem do Alqueva, entre os concelhos de Portel e Moura, no distrito de Beja.

Com cerca de 12 mil painéis fotovoltaicos e uma capacidade de produção anual de 7,5GWh (Gigawatt), espera-se que venha a abastecer o equivalente a mais de 30% das famílias, aproximadamente 1.500, dos concelhos de Portel e Moura.

Miguel Stilwell d’Andrade, CEO da EDP, empresa responsável pelo projeto referiu, em declarações aos jornalistas “trata-se de um projeto com 5 megawhats que já começa a ter alguma dimensão, ocupando cerca de 4 hectares.”

Este é um dos projetos mais inovadores de energia solar da EDP, cuja plataforma, que ocupa uma área de quatro hectares e com uma potência de 5MW (megawatt) aponta para uma produção estimada em 7,5GWh/ano (gigawatts por hora/ano).

Sobre o que pretende a EDP fazer no futuro o CEO referiu “a ideia é crescer para os 70MW mas no limite isto pode ir crescendo e o limite é mesmo a dimensão da barragem e outras restrições que possam surgir.”

foi colocada no seu local definitivo “em maio de 2022”, desde a margem até à zona definitiva da albufeira, onde “foi ancorada para ser posteriormente ligada à rede", estando pronta a funcionar já este mês.

A EDP vai avançar para outros investimentos, em Portugal onde “há outras barragens que vão ter investimentos, mas há projetos para outros países, nomeadamente na Ásia, um país com muito potencial.”

Questionado pela Rádio campanário quando é que as cerca de 1500 famílias dos concelhos de Portel e Moura podem vir a beneficiar deste projeto, nomeadamente através de uma redução na sua fatura, O CEO da EDP referiu “os nossos consumidores tiveram uma redução agora em julho, cerca de 2,9%” acrescentando que globalmente “as pessoas tiveram uma redução de preços”. No que diz respeito às famílias de Portel e Moura, o CEO Miguel d’Andrade sublinha “a forma como o sistema está construído não há uma ligação direta entre o projeto existente aqui e uma família que viva aqui.”

Os munícipes destes concelhos, explica “com este projeto não vão ter benefícios no preço da energia , beneficiarão sim em termos de desenvolvimento, de contribuição para a economia local, criação de emprego, investimento local é um benefício.”

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