21 Set. 2021
Augusta Serrano
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17:00-19:30

"Cerâmica de Redondo - um outro olhar" apresentado no Centro Cultural de Redondo (C/ Fotos)

"Cerâmica de Redondo - um outro olhar" apresentado no Centro Cultural de Redondo (C/ Fotos) CM Redondo
Regional 19 Jul. 2021
 
“Cerâmica de Redondo – Um outro olhar”, da autoria do redondense António Carmelo Aires e uma edição conjunta da Câmara Municipal de Redondo e da Junta de Freguesia de Redondo, foi o livro apresentado na última sexta-feira.
Uma obra que reúne um acervo de peças em barro produzidas entre o século XIX até meados do século XX, pertencentes, na sua grande maioria, à coleção do autor e cujo trabalho partiu de uma investigação minuciosa sobre as técnicas de trabalhar o barro em Redondo.
A cerimónia de lançamento da obra foi presidida por António Recto, Presidente da Câmara Municipal de Redondo, e José Carlos Cidade, Presidente da Junta de Freguesia de Redondo, e contou com as ilustres presenças de António Carmelo Aires, Ana Paula Amendoeira, Diretora Regional de Cultura do Alentejo, e Hugo Guerreiro, historiador, museólogo e autor do prefácio do livro.
Na sua intervenção, António Recto mostrou-se orgulhoso pelo lançamento de uma “obra-prima” que “imortaliza quatro figuras que transformaram as características da olaria de Redondo” – Mestre Álvaro Chalana, Tia Rita, Mestre Estêvão Zorrinho e Hermínio José Zorrinho. Adiantando que está a decorrer o processo de candidatura, embora embrionário, da classificação das técnicas de pintura da Loiça de Redondo como Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO, o autarca sublinhou o grande contributo do livro para a valorização do conhecimento, assinado por “uma pessoa singular” e com uma “paixão enorme pela sua terra”.
António Carmelo Aires, que caracteriza o seu acervo como “um vício bom”, agradeceu a todos os que estiveram ao seu lado na concretização deste trabalho e espera que, no futuro, a sua coleção “possa ser uma forma para fruição de todos aqueles que gostam de Redondo e desta área”.
Não poupando elogios ao autor, Hugo Guerreiro considera o livro um “património vivo” e possuidor de uma “elevação histórica”.
Já Ana Paula Amendoeira salientou que se trata de um trabalho “de serviço púbico e de conhecimento ancestral” de um homem que “ama a cultura” e que dá “sentido às raízes”.
O livro estará brevemente disponível para venda.

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