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Beja

COVID-19: Bombeiros de Aljustrel e Serpa com resultados negativos no caso do médico da VMER de Beja

Regional 21 Ago. 2020

Quatro operacionais dos Corpos de Bombeiros de Aljustrel e Serpa tiveram testes negativos à COVID-19, segundo informação transmitida na manhã desta sexta-feira pelas autoridades de saúde, aos comandos das respetivas corporações.

Estes elementos juntam-se aos doze bombeiros, onze assalariados e um voluntário, dos Corpos de Beja e Mértola que ontem foram informados dos resultados negativos à COVID-19.

Segundo apurou o Lidador Notícias (LN), os operacionais destas duas corporações regressaram hoje ao serviço, enquanto que os quatro de Aljustrel e Serpa o vão fazer durante o dia de amanhã. Fonte dos bombeiros tinha já referido que “os resultados retiram uma tremenda carga negativa de cima destas corporações. A surgir um caso positivo poderia significar o encerramento dos quartéis”, resumiu a nossa fonte.

O caso foi espoletado no final da passada semana quando um médico, que entre outras funções, presta serviço na viatura médica de emergência e reanimação (VMER) do Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, deu resultado positivo aos testes de covid-19. O clínico presta também serviço no Hospital de Cascais e no helicóptero do INEM estacionado em Évora.

Para além dos 16 bombeiros, estão também colocados em isolamento três enfermeiras, duas do Hospital de Beja que fazem serviço na VMER e uma de um lar em Serpa e ainda elementos do helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) sediado em Évora, cujo número não foi divulgado.

Quando questionado sobre a situação, o Gabinete de Imprensa do INEM justificou que apesar da VMER ser do Instituto “o médico foi contratado pela Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA)”, acrescentando que em relação ao helicóptero do INEM o último serviço do clínico foi a 3 de agosto “e identificadas todas as pessoas que tiveram em contato com o ele, estão em casa e a ser acompanhadas pelo INEM, estando assintomáticas”, remataram.

Por seu turno a ULSBA, revelou que não tinha qualquer declaração a prestar “uma vez que todos os protocolos foram acionados pelas entidades competentes que detetaram o caso, assim como adotadas as respetivas medidas previstas para o efeito”, concluíram.

Falta saber quando vão voltar ao serviço as três enfermeiras e dos elementos da equipa do helicóptero do INEM sediado em Évora e, se o médico já foi sujeito a novos testes de despistagem da COVID-19.

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