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Alentejo

Governo abre 462 vagas para contratar médicos de família, saúde pública e para hospitais, algumas para o Alentejo

Regional 12 Dez. 2020

O Ministério da Saúde abriu 462 vagas para a contratação de médicos especialistas em Medicina Geral e Familiar, Saúde Pública e na área hospitalar, detalha hoje o governo em comunicado.

De acordo com os despachos publicados em Diário da República, estão autorizadas 140 vagas para Medicina Geral e Familiar, 15 em Saúde Pública e 307 na área hospital, todas no âmbito da conclusão do internato médico da segunda época.

O Governo prossegue a política que tem vindo a adotar de reforço dos recursos humanos no Serviço Nacional de Saúde, permitindo, assim, aos serviços e estabelecimentos de saúde um robustecimento da capacidade de resposta em especial no atual contexto de pandemia”, sublinhou o secretário de Estado e Adjunto da Saúde, António Lacerda Sales, citado no comunicado, conforme avança a Agência Lusa.

Em relação à distribuição das vagas, no caso de Medicina Geral e Familiar:

52 vão para a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte;

48 para a de Lisboa e Vale do Tejo;

19 para a do Centro;

6 para o Algarve;

1 para a do Centro.

Nesta área há ainda mais quatro vagas: para a Unidade Local de Saúde Nordeste, três para a de Castelo Branco e para a da Guarda, duas para a do Norte Alentejano e uma para a do Litoral Alentejano e para a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados Ponte de Sôr/Montargil.

Entre as 15 vagas em Saúde Pública:

  • cinco são para a ARS do Norte;

  • quatro para Lisboa e Vale do Tejo;

  • uma para as ARS do Centro, Alentejo e Algarve;

  • uma também para as unidades locais de Saúde de Castelo Branco, do Norte Alentejano e do Baixo Alentejo.

Já as 307 na área hospital estão distribuídas por dezenas de entidades de saúde e 38 especialidades, como pediatria, psiquiatria, ginecologia/obstetrícia, urologia, oncologia médica ou gastrenterologia.

Num dos despachos assinados por Lacerda Sales, o secretário de Estado sublinha a necessidade de reforçar o SNS face à atual situação epidemiológica.