08 Ago. 2022
Augusta Serrano
Notícias
17:00-19:30

Alentejo

Municípios alentejanos “têm dificuldade” em conseguir tratamento de águas para toda a população, diz Ministro do Ambiente (c/som)

Regional Escrito por  11 Jul. 2017

Desde o início do presente mês de julho, que vários concelhos alentejanos têm desenvolvido esforços no sentido de atingir a cobertura total da sua população ao nível do tratamento de águas, nomeadamente o concelho de Elvas e de Portel, com a abertura de concursos e inaugurações de estações de tratamento de águas residuais (ETAR).

Carlos Martins, Secretário de Estado do Ambiente, falou à Rádio Campanário sobre a cobertura atual da rede de tratamento de águas residuais, nos territórios alentejanos.

O secretário de estado afirma que, tal como objetivava o plano estratégico, existem “municípios que felizmente fizeram um caminho e têm taxas de cobertura relativamente elevadas”, apresentando mais de 90% de população servida.

Contudo, afirma a existência de concelhos que apresentam incapacidade de investimento, ou que por não integrarem os sistemas multimunicipais, “têm à sua escala, dificuldade de concretizar as obras que ainda lhes falta fazer”.

Carlos Martins avança que, recentemente, o governo concluiu a apreciação das candidaturas ao Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR), tendo aprovado cerca de 200 novas ETAR para Portugal, de entre mais de 500 candidaturas apresentadas. Grande parte destas novas estações aprovadas, surgirão nos territórios da zona Alentejo.

Relativamente ao saneamento em localidades mais isoladas e de menor dimensão, o secretário de estado do ambiente afirma que “fazer grandes condutas […] a distâncias muito grandes para populações muito pequenas, não é economicamente sustentável”.

Porém, para estes pequenos aglomerados, “sobretudo os aglomerados onde estejam abaixo de 20 pessoas”, existe uma solução que tem vindo a ser implementada, que passa pela elaboração de sistemas localizados.

Visando resolver o problema de saneamento em pequenos aglomerados populacionais, sem comprometer a sustentabilidade económica do processo, são assim aplicadas soluções “que não obriguem à construção de grandes intercetores no território”.

 

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