06 Fev. 2023
Nuno Rocha
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Campo Maior

Nova Delta é a empresa com mais patentes e 1ª com mais invenções do que as universidades!

Regional Escrito por  Nota de Imprensa 29 Nov. 2022

Dados revelados no barómetro “Patentes Made in Portugal”, lançado pela Inventa, consultora especializada em propriedade intelectual, revelam que a região Norte mantém a liderança, tanto nos pedidos europeus (via Instituto Europeu de Patentes – EPO), como nos pedidos submetidos pela via nacional, através do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). 

Os indicadores apresentados revelam ainda a evolução do uso do sistema de patentes pelos requerentes residentes nas regiões de Portugal continental e nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores. A região Norte mantém a liderança nos pedidos europeus e no percentual do total de pedidos de 2019 a 2021, alcançando 47% dos pedidos durante este período, sendo que estes resultados podem ser explicados por uma maior concentração do tecido industrial português, e consequentemente, da atividade de investigação e desenvolvimento, resultando num número significativo de pedidos de patente na região. A região Centro, por sua vez, alcançou um aumento de depósito de pedidos de patente europeia de 133% em 2021, face a 2020. Nesta vertente, a região da Madeira registou um decréscimo de 57%, os Açores de 100% e o Alentejo um decréscimo de 25%. Já o Algarve, um aumento de 50% e a Área Metropolitana de Lisboa (A. M. Lisboa) um aumento de 40%.

Em relação ao número de pedidos depositados no INPI (2019 a 2021),  a região Norte mantém a liderança e uma tendência de crescimento do número de pedidos depositados no país. O número total de pedidos do Alentejo regista uma descida de 46%.

Em relação aos requerentes em Portugal, a Novadelta destacou-se nesta terceira edição do ranking ao ocupar o 1.º lugar e por ser a primeira empresa a ter um número de invenções com proteção por patente superior às universidades portuguesas (443), desde que o “Barómetro Inventa – Patentes Made in Portugal” foi publicado pela primeira vez, em 2020. Relativamente às instituições de ensino superior, as universidades do Minho (192), do Porto (196) e de Lisboa (127) posicionam-se logo em seguida, em termos de número de famílias de patentes. No setor privado, destacam-se ainda as posições da Bosch Portugal (75) e da Hovione (449), as quais desenvolveram novas invenções e apresentaram pedidos com elevados números de famílias de patentes.

A utilização do sistema de propriedade industrial por requerentes com origem em Portugal tem vindo a crescer de modo consistente nos anos 2000. 

“A utilização do sistema de patentes por requerentes com origem em Portugal intensifica-se ao longo dos anos, tornando mais efetiva a proteção das suas invenções como um ativo de propriedade industrial. Adicionalmente, os requerentes portugueses estão a ter cada vez mais patentes no estrangeiro e a mantê-las em vigor por mais tempo, a corroborar o crescimento da qualidade das invenções protegidas pelas patentes e da percepção da importância do sistema de patentes para o retorno dos investimentos em investigação e desenvolvimento”, refere Vítor Sérgio Moreira, coordenador de patentes na Inventa.

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