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Portalegre: Jovens de casas de acolhimento encerradas têm “respostas alternativas”, diz Ministra do Trabalho

Regional Escrito por  03 Jun. 2022

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, garantiu hoje que os jovens das duas casas de acolhimento que a Santa Casa da Misericórdia de Portalegre decidiu encerrar têm “respostas alternativas”.

“A missão da Segurança Social é exatamente garantir resposta para estas crianças e estes jovens e penso que vários deles já têm resposta encontrada. A nossa missão é essa”, disse a ministra aos jornalistas, em Viseu, à margem da cerimónia de assinatura de 39 contratos de aceitação no âmbito do PARES 3.0.

A Santa Casa da Misericórdia de Portalegre(SCMP) decidiu encerrar as duas casas de acolhimento de menores que geria naquela cidade, espaços que acolhiam mais de 25 jovens, disse na quinta-feira à agência Lusa a provedora da instituição, Luísa Moreira.

“A Casa de Acolhimento de Santo António, que só tinha rapazes, encerrou na quarta-feira e o encerramento da Casa de Acolhimento de Nossa Senhora da Conceição, que acolhe raparigas, deve ocorrer em setembro”, referiu a provedora.

De acordo com a responsável, esta medida foi tomada porque a SCMP não possui técnicos habilitados para desenvolver uma resposta adequada junto dos menores, nem possui verbas para esse tipo de respostas.

Ana Mendes Godinho disse aos jornalistas não ter informações de outras situações idênticas no país.

“O nosso trabalho é permanente, de acompanhamento das instituições de acolhimento, num momento em que nós estamos a trabalhar cada vez mais na promoção do acolhimento familiar”, frisou.

Segundo a ministra, o Governo está “cada vez mais a criar mecanismos e medidas para promover o acolhimento familiar, sendo as instituições de acolhimento também determinantes para serem instituições de enquadramento deste novo modelo”.

Ana Mendes Godinho esteve hoje em Viseu na cerimónia de assinatura de 39 contratos de aceitação no âmbito do PARES 3.0., no valor global de investimento de 37 milhões de euros, dos quais 21 milhões de euros de investimento público.

Este apoio vai permitir reforçar a oferta social no distrito de Viseu com 2.482 lugares

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