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COVID19

Presidente da República falou ao País: "Queremos um 2021 que nos faça esquecer este 2020"

Regional 04 Dez. 2020

Marcelo Rebelo de Sousa falou há poucos instantes ao País justificando a renovação do estado de emergência começando por dizer “toda a facilidade é errada e toda a prevenção é imperativa”, afirmou.

Sobre o novo estado de emergência hoje aprovado pelo Parlamento, o Presidente da República disse “decretei estado de emergência até dia 23 de dezembro pelas seguintes razões: apesar da desaceleração do número de novos casos, continua preocupante o número de pessoas em cuidados intensivos e o de óbito; apesar de o pico da segunda onda já poder ter passado, restrições não podem diminuir; a chegada das vacinas e a vacinação obedece a um período prolongado de tempo. Toda a facilidade é errada e toda a prevenção é imperativa" adiantou.

O presidente da República explica ainda ter decretado o novo estado de emergência por continuar "preocupante a pressão" nos internamentos e cuidados intensivos, bem como o aumento de mortes. E "o que se sabe acerca de vacinas, nomeadamente as duas primeiras a aguardar aprovação pela Agência Europeia de Medicamentos, confirma que a sua chegada a todos os portugueses que a queiram receber obedece a calendários prolongados no tempo". 

Marcelo Rebelo de Sousa justificou ainda que é necessário evitar "a temida terceira vaga", que já tinha apontado para os dois primeiros meses do próximo ano, bem como "confinamentos totais, ainda que localizados".

Relativamente à possibilidade de este estado de emergência vir a ser novamente renovado até dia 07 de Janeiro de 2021, Marcelo rebelo de Sousa adiantouestar a cumprir a constituição pProlongar estado de emergência até 7 de janeiro não se trata de violar constituição, antes de dia 23 haverá tudo como tem havido antes de se decretar estado de emergência. Mas em vez de se encarar intervenção do Estado quinzena a quinzena, alarga-se a perspetiva para um mês, para que todos saibam com o que vir a contar. A procura de um regime menos intenso no Natal permitirá às famílias o tão desejado encontro"

Relativamente ao que vai ser possível fazer no Natal deste ano, o Presidente da República realçou “"Nata será uma exceção ao rigor que será aplicado até 7 de janeiro. É preciso prevenir contágios familiares generalizados para evitar terceira vaga em janeiro" .

O Presidente da República deixou ainda um apelo a todos os emigrantes "permitam-me que inclua neste esforço coletivo os nossos compatriotas pelo mundo" ao mesmo tempo que sublinhou "devemos manter total rigor e total confiança na nossa resistência coletiva. Queremos um 2021 que nos faça esquecer este 2020".


 

 

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