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Ponte de Sor

U-Aerospace produz capacetes de voo e máscaras de oxigénio para pilotos de aviões supersónicos de todo o mundo

U-Aerospace produz capacetes de voo e máscaras de oxigénio para pilotos de aviões supersónicos de todo o mundo mediotejo.net-DR
Regional 03 Jan. 2021

A U-Aerospace, do grupo francês Ulmer, produz em Ponte de Sor máscaras de oxigénio para pilotos de aviões supersónicos de todo o mundo, da Ásia ao Canadá.

A empresa está entretanto a expandir para a área de capacetes de voo cuja produção espera iniciar produção este ano 2021, grupo francês Ulmer quer continuar a investir.  A fábrica instalada, no aeródromo municipal tem o seu modelo de negócio centrado no ar, nas altitudes elevadas e nos níveis de oxigénio muito baixos, contudo os destinatários dessas máscaras de oxigénio são os pilotos de aviões supersónicos.

De acordo coma notícia avançada pelo Mediotejo.net, a empresa francesa, com mais de 80 anos, está agora a expandir para a área de capacetes de voo, já contando em Portugal, com 20 capacetes de helicóptero a voar com as tripulações do INEM, e muitos outros no mundo inteiro. Em 2021, espera ver nascer fisicamente em Ponte de Sor a LD Helmet, num investimento superior a um milhão e meio de euros “só em equipamentos”, para fabricar “capacetes de aviação” destinados a pilotos de alta performance “feitos em compósito.

O primeiro capacete totalmente novo, 200 gramas mais leve no caso dos caça” em relação aos existentes no mercado, ou seja, a pesar cerca de um quilograma, “conforme avançou João Barbosa, engenheiro aeronáutico e diretor técnico da U-Aerospace.

Neste momento são fabricados em Itália e Suíça porque a LD Helmet “ainda não tem instalações. As máscaras de oxigénio são então anexadas aos capacetes.

No aeródromo de Ponte de Sor, a empresa U-Aerospace fabrica então máscaras de oxigénio para pilotos de caças, pilotos de transporte e pilotos de helicóptero ou utilizando uma linguagem mais técnica: produtos de proteção fisiológica para tripulação aérea e dispositivos estratosféricos de alta performance, com elevados requisitos de qualidade.

Ou seja, equipamentos técnicos de oxigenação para tripulações de aeronave e paraquedismo a alta altitude, equipamentos de teste para o controlo desses equipamentos, equipamentos de teste de áudio para capacetes e máscaras de oxigénio e todos os equipamentos relacionados com esta atividade, bem como rádios para equipas de porão e de paraquedismo e sistemas de navegação para paraquedistas.

Segundo a notícia avançada pelo Médiotejo.net desde o início da pandemia a U-Aerospace aumentou os níveis de produção. E aumentou ainda a equipa contratando “mais seis trabalhadores contando neste momento com 19.


Atualmente a U-Aerospace faz “a submontagem de seis componentes (traqueia, cordão de comunicação, concha, a máscara que tem lá dentro um microfone, uma válvula de expiração). 

A empresa terá também este ano 2021 “uma linha de máscaras para o Airbus A400”, uma máscara mista militar e civil. Além disso fabricam em Ponte de Sor “cordões de comunicação e traqueias confecionadas”, estas últimas para paraquedistas.

O grupo francês Ulmer Aeronautique tenciona ainda iniciar o novo projeto de produção na área da aeronáutica durante o próximo ano, propondo-se criar “30 postos de trabalho” para a fabricação de capacetes, sendo contudo, essa contratação, “de forma gradual”.


 

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