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UÉ procura em Grutas do Paleolítico no Alentejo a cura de doenças do século XXI

Gruta de Escoural, Montemor-o-Novo Gruta de Escoural, Montemor-o-Novo Foto: NiT
Regional 12 Fev. 2020

O Projeto ProBioma (Ambientes Subterrâneos de Compostos Bioativos Microbianos com uso potencial para a Medicina, Agricultura e Ambiente) pretende localizar bactérias, analisar e estudar um possível aproveitamento destas para o campo da medicina.

O Instituto de Recursos Naturais e Agrobiologia de Sevilha coordena o projeto, este que também conta com a participação da Universidade de Évora e do Algarve, com o apoio do Programa de Cooperação Transfronteiriça Interreg Espanha-Portugal (Poctep) da União Europeia e com a participação da empresa sevilhana Serviços Mineiros da Andaluzia.

Grutas paleolíticas, grutas submarinas e minas abandonadas são locais que podem conter micro-organismos  que sobreviveram às mudanças no seu habitat e podem hoje esconder a chave para a elaboração de antibióticos e antitumorais.

A área de atuação deste programa estende-se a 8 grutas e minas localizadas na faixa piritosa ibérica, na Andaluzia Ocidental, em Huelva, e no Alentejo e Algarve em Portugal.

O Escoural, que na sua descoberta em 1963 se identificou pela primeira vez em Portugal vestígios de arte rupestre paleolítica, é um dos pontos estratégicos deste projeto.

O Escoural é um dos pontos estratégicos do projeto. A sua descoberta, em 1963, identificou pela primeira vez vestígios de arte rupestre paleolítica em Portugal. Nas suas paredes de pedra apreciam-se ainda restos de pinturas e gravuras de há 50.000 anos. E junto a eles está um universo de bactérias.

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